Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Introvertida

Introvertida. Intuitiva. Sentimental. Perceptiva.

06
Dez22

As explosões tornam as coisas melhores?

Pergunta Original: Do my outbursts ever make things better?

Claro que não... Nunca. Mas E não é difícil entender porque acontecem. O desafio é o auto controlo. Conseguir sentir empatia e bondade para connosco mesmos.

Já tenho escrito que o meu pecado capital é a raiva. E acho, honestamente, que é o pior dos pecados capitais. É uma emoção que aprendemos a reprimir, como negativa, e acaba por nos ferir quando o recipiente está cheio. As explosões emocionais não ajudam. O alívio imediato é ilusório. A culpa, arrepedimento e vergonha são maiores e perduram no tempo e na memória. Corroem o espírito devagarinho se não soubermos lidar com eles.

Eu tenho problemas gigantes de comunicação. As palavras, simplesmente, não me saem e sei que a capacidade de nos abrirmos, falarmos e desabafarmos com alguém que nos seja próximo ajuda bastante a lidar com raivas, medos e culpas.

20
Nov22

Conquistar o medo e a preocupação

Pergunta original: How can I conquer fear and worry—before they conquer me?

Não sei...

Tenho noção que grande parte da minha vida tem sido gerida por medos que não consigo nomear e pela antecipação de preocupações que ainda não o são.

Suponho que a solução seja viver no presente. A não abstracção do momento actual. Ou a abstracção do momento passado e do momento futuro e mesmo de tempos que nunca foram nem nunca serão.

target.png

ilustração criada em Canva

31
Ago22

Conflitos Desnecessários

Pergunta Original: What Needless Conflict Can I Avoid?

Acho que qualquer conflito é desnecessário. Tenho engolido muitos sapos para evitar discussões feias. Tenho-me valido também da fama de ser calada. Mas quando me sinto à vontade com alguém, sou capaz de discutir, de dar opinião e não me calar. Posso é não saber escolher bem os conflitos em que me envolvo. Talvez tenha tendência a preferir o pior tipo de conflito, o que activa em mim as emoções mais básicas.

Conflito desnecessário é qualquer um que debata opiniões enviesadas, sem abertura de mente e espírito. Conflito desnecessário é o confronto de egos, a batalha pela "razão", ver quem mais bate o pé e quem consegue ficar em vantagem.

conflict.png

ilustração criada em Canva

03
Ago22

Pensar e Agir

Pergunta Original: Am I Thinking Before I Act?

Resposta curta e grossa: sim! Se há coisa que faço demais é mesmo pensar antes de agir - fazer ou dizer. Às vezes contenho-me até demais. Permito que me pisem por acharem que não me imponho nem me defendo. Mas honestamente, há guerras que já não me faz sentido ter. Há conversas que não quero nem energia tenho para manter. Não deixo de achar que deveria fazer-me ouvir mais. Que perco por não o fazer. Mas não tenho a confiança necessária para elevar o tom da minha voz sem gaguejar, sem me atropelar nem ter discurso e pensamento desfasados um do outro. O que noto acontecer cada vez mais é que, quanto menos falo, menos sou capaz de o fazer. Não me lembro das palavras e perco-me em busca delas.

05
Jul22

Quem me controla?

Pergunta original: Am I in control or is my anxiety?

Não sei. Estou em piloto automático a maior parte do tempo. Tenho momentos em que me sinto relaxada mas acabo por me aperceber que afinal não é bem assim. Noto pela forma como me alimento, na rapidez, na compulsividade e sofreguidão com que levo comida à boca. Pela falta de controlo na gula.

Antes roía as unhas e arrancava peles, batia a perna. Hoje pareço calma. O olho de um furacão mas o coração palpita rápido, a mente irrequieta não consegue focar-se, coço a mão, coço o pescoço e não consigo chegar ao núcleo da questão. Ou consigo e apenas não quero ter de agarrar a ansiedade pelos cornos.

Não vale a pena enganar-me...

no lies.jpg

ilustração criada em Canva

14
Jun22

A Invencibilidade do meu Poder de Escolha

Pergunta Original: Am I cultivating the invincibility of my power to choose?

invencível
in.ven.cí.vel
adjetivo de 2 géneros
que não pode ser vencido; insuperável; irresistível

Ter a certeza de que as escolhas que fazemos são as melhores.

Funciono muito à base da intuição e do instinto no momento de fazer escolhas. Principalmente aquelas que urgem respostas imediatas.

Quando tenho tempo para pensar, até recorro à minha psicóloga para uma maior lucidez. Mas tenho aprendido a viver com as escolhas erradas. Foram as que tomei com as informações e aquilo que sabia na altura de as fazer.

Tem-me acontecido, no futuro, arrepender de algumas escolhas feitas. Por saber que foram pensadas e tomadas contra o meu instinto inicial.

Mais importante que ter a certeza de que fazemos as escolhas certas é conseguir viver bem com as que foram mal feitas.

Mais sobre mim

Dezembro Bondoso

A Ler

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D