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A Introvertida

Introvertida. Intuitiva. Sentimental. Perceptiva.

26
Dez22

uma carta para a pessoa que foste este ano

bfff... deixem-me começar por dizer que este ano passou a voar. ainda me lembro nitidamente do mês de janeiro. e acho que o ano passou rápido porque cada mês se destacou por alguma razão em especial. em particular os últimos 6 meses têm sido intensos. parece que, de certa forma, a minha vida desbloqueou. não foi um ano particularmente difícil. creio, até, que qualquer momento mais difícil se deveu, apenas, à minha atitude mais desafiadora e hesitante.

há uma coisa que reaprendi este ano: a ser mais eu. não me preocupar tanto com o que os outros pensam de mim. não sou má pessoa. não desejo mal a ninguém e estou de consciência tranquila. a imensa mesquinhice com que lido diariamente faz-me perceber que há coisas que realmente não são importantes.

é este tipo de melhoria que se quer. de ano para ano.

em resposta do desafio da Ana de Deus

19
Dez22

O que é para ti o Espírito do Natal?

O humor de um dia normal, honestamente. Curto e grosso.

Não dou especial importância a esta altura do ano. Perdemos o hábito de dar prendas só porque sim. Vamos oferencendo o que nos vai fazendo falta que, felizmente, é pouco ou nada.

Gosto da decoração da época e vou ajudando a compor o espaço do trabalho mas a casa está como está durante todo o ano. Vou dando um miminho aqui e outro ali a quem mais dá atenção ao Natal.

Confesso que, a um certo grau, sinto inveja de quem gosta destas festividades, de quem tem planos para juntar a família e de quem faz planos para decorar a casa.

Em resposta ao desafio da Ana de Deus

21
Nov22

o que vai no meu pensamento?

na semana que passou consegui verbalizar algo que sentia e nunca tinha conseguido explicar. foi uma barreira difícil de ultrapassar. no entanto, o medo continua cá. encontrei-me numa situação em que necessitava de falar e tinha imenso para dizer mas algo me impedia de o fazer... muitas razões me passaram pela cabeça e nenhuma me fez sentido... tenho muito medo de falar, de me expressar e não sei porquê. e ao mesmo tempo que tentava convencer-me de que não há razão para conter as palavras, mais chorava por não conseguir dizê-las. esperava que se as gritasse alto o suficiente na minha cabeça, alguém haveria de as ouvir. e estavam todas na garganta, acumuladas, a lutar contra mim, contra o meu medo.

uma das minhas crenças limitadoras é que não mereço ser feliz/ ter sensações positivas (ser desejada, sentir prazer, ter sucesso) e acabo sempre por sabotar qualquer coisa que corra bem.

estou prestes a embarcar numa jornada de dois anos (curso de contabilidade) e já sinto a ansiedade no bater do meu coração. a maior barreira ao meu sucesso sou apenas eu. tenho medo de não conseguir, tenho medo de não ter tempo para descansar, tenho medo de ignorar o meu corpo a pedir uma pausa. tenho medo de não ser boa o suficiente e de me sentir atrasada em relação aos meus colegas de curso. continuo a olhar ao meu redor e ver o sucesso dos outros menos o meu (se é que o meu existe). invejo a ambição que os outros têm. invejo quem sabe o que os apaixona, ou que, simplesmente, os satisfaça.

vai muito mais que isto no meu pensamento mas partilho este pedacinho.

em resposta ao desafio da Ana de Deus

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