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A Introvertida

Introvertida. Intuitiva. Sentimental. Perceptiva.

20
Jan22

descanso

vai para a cama cedo e permite-te tempo para recarregar energia

este vem mesmo em calhar. hoje tive uma sorte imensa por ter tido um dia calmo. devo ter dormido umas quatro horas e consegui evitar uma dor de cabeça monumental. mais de duas horas para conseguir dormir, às voltas e revoltas, tapa e destapa, veste e despe. o coração a bater como se protestando comigo. que não sei acalmá-lo. que sofre.

algo de estranho se passa comigo. aconteceu-me algo que não sei explicar e apesar de estar empenhada em contrariá-lo, tenho medo de o fazer e tornar este algo, maior. um dia destes acordei e a primeira coisa em que pensei foi num colega de trabalho. e aí se manteve, na minha mente, nesse dia até que dei por mim a não conseguir parar de pensar neste colega. agora, e antes que o digam porque, com certeza, já o pensaram, isto não tem nada a ver com sentimento romântico... nada mesmo! quando nos conhecemos não houve nada em particular que nos tornasse "próximos", acho que temos feitios muito parecidos porque já tivemos discussões bem feias mas agora estou nisto... e não sei porquê. vou tentar descobrir.

boa noite.

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ilustração criada em Canva

19
Jan22

o bem

foca-te no bem mesmo que seja um dia difícil

hoje foi difícil. outra vez. mais um vez. para não variar. estive constantemente a debater-me com os meus sentimentos. quando tiver tempo tenho de fazer um exercício de "escavação" para compreender de onde vem tanto sentimento destrutivo. parece que estou num momento "maníaco". imensa energia que não está a ser canalizada de forma construtiva. estou constantemente revoltada e em vez de me virar para mim e analisar esta revolta e fazer as pazes com ela, atiro em todas as direcções e tento culpar tudo e todos. e quando me apercebo que tudo o que sinto não tem nada a ver com os outros, entristeço-me. enraiveço-me.

houve uma pessoa que veio ter comigo, deu-me a mão e reconheceu a minha dor. é este o bem. acho eu.

goodness.jpg

ilustração criada em Canva

18
Jan22

contacto

volta ao contacto com um velho amigo

estou extremamente cansada mas juro que voltarei ao contacto amanhã. até porque tenho mesmo de o fazer. ou serei, para sempre, considerada persona non grata. palavra de INFP

reconnect.jpg

ilustração criada em Canva

17
Jan22

sê gentil

ser gentil comigo quando cometo erros

hoje não foi dia propício a erros. foi um dia calmo. com algum tempo para organização, até. o maior erro que me tem corroído a alma é mesmo o ressentimento. e por ninguém em particular senão por mim mesma. há comportamentos que me custam mudar e nem sei como mudá-los. quero mudá-los mas caio nos mesmos erros, nas mesmas reacções. no silêncio de sempre.

#bekind.jpg

ilustração criada em Canva

17
Jan22

Comparações

Pergunta original: What ruler do I measure myself against?

Sei que nos comparamos sempre com os outros. Na minha idade, e no meu caso, torna-se difícil não me comparar com outras mulheres da mesma faixa etária ou até mais novas, especialmente em assuntos do coração.

Primeiro, não me considero mulher. Não me perguntem porquê mas simplesmente não me sinto mulher. Sinto-me uma criança inocente e ingénua. Falta-me experiência no campo do amor romântico e grande parte das conversas por esse mundo fora são sobre relações e não me consigo sentir envolvida nem fazer parte do mundo por não conseguir falar nem ter sobre que falar sobre este tema.

Aproximo-me perigosamente dos 35 anos e é, efectivamente, dificil não me comparar com mulheres desta idade ou mais novas que têm vidas preenchidas, um lar delas próprias ou partilhado com parceiros e filhos. Aquilo que me unia aos outros dissipa-se e separamo-nos por falta de assunto em comum. Por estarmos em fases diferentes da vida, pela minha falta de objectivos e pela inveja que sinto de quem os tem ou de quem, simplesmente, vive conforme o que a vida lhe vai presenteando. Sim... a inveja é um sentimento feio mas toda a gente a sente e eu exponho a minha por aqui.

Há cerca de um mês escrevi uma carta de cerca de 4 páginas para enviar a duas pessoas com quem deixei de falar quando estava em baixo. Um dos objectivos da carta era dar a conhecer aquilo que considero ser o meu eu real. Porque todos nos conhecemos do que queremos mostrar em sociedade e em convívio mas nunca mostramos as nossas sombras. E foi isso que tentei fazer. Com outras pessoas à minha volta sou bem disposta, ligeira e faço piadas, quando na realidade, no meu íntimo, sei que não estou a ser real. Quero estar mais calma e parada, mais séria e desfazer o sorriso gelado. Nesta carta explico a minha necessidade de tempo a sós para me recompor e encontrar. No barulho dos outros não me consigo encontrar e, aos 35, só me conheço por comparação com os outros. Sei o que sou e o que não sou e o que quero ser e não ser apenas por comparação com os outros. Preciso de silêncio para compreender as minhas emoções e sentimentos, atitudes e acções e perceber como me afectam a mim. Não aos outros. Felizmente tenho um compasso moral bem calibrado e sei o que é certo e errado mesmo quando ajo no calor da emoção e o desabafo sabe bem.

Hoje costuma-se ouvir que nos devemos sempre comparar à pessoa que fomos ontem.

comprações.jpg

ilustração criada em Canva

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