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A Introvertida

Introvertida. Intuitiva. Sentimental. Perceptiva.

21
Ago20

Eddie Vedder - Society

Daqui 

 

It's a mystery to me
We have a greed
With which we have agreed
You think you have to want
More than you need
Until you have it all you won't be free
Society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
When you want more than you have
You think you need
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
'Cause when you have more than you think
You need more space
Society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
Society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me
There's those thinking more or less less is more
But if less is more how you're keeping score?
Means for every point you make
Your level drops
Kinda like it's starting from the top
You can't do that
Society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
Society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me
Society, have mercy on me
I hope you're not angry if I disagree
Society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me
19
Ago20

Diferenças que nos aproximam

Enquanto vagueava pelo Youtube, tinha este vídeo nas minhas recomendações (não devo ter sido a única). Apesar de curto, é um vídeo que me faz viajar no tempo e no espaço e me faz salivar (já explico o porquê de salivar), com imagens de imigrantes à chegada aos Estados Unidos no início do século XX.

A globalização é uma faca de dois gumes. Se, por um lado, nos aproxima como seres humanos, facilita a partilha cultural e troca de ideias, por outro, tem-nos transformado em farinha do mesmo saco.

Há algum tempo que questiono a nossa definição de desenvolvimento e progresso e se estes passam por perdermos povos e respetivas identidades pela pressão imposta pelos valores ocidentais. Mas, olhando para trás, percebemos que a história tem sido isso mesmo, principalmente desde o século XVI.

Sou da opinião que as diferenças aproximam as pessoas e que, apesar de todos termos experiências diferentes e as mais variadas origens e educações, encontramos sempre conteúdo que nos aproxima. E se não encontramos este conteúdo na troca de culturas, encontramos, com certeza, na única característica que nos une. A nossa humanidade, as nossas emoções e sentimentos. E claro... COMIDA!

Há 2 anos, numa conversa com uns turistas, disse-lhes que não gosto de fronteiras. Não gosto de nacionalismos (os políticos) nem patriotismos muito menos dos extremismos que daí advém no contexto político atual. A nossa identidade cultural já está marcada no tempo e na história e as fronteiras físicas já não me parecem ser essenciais. Obviamente que a realidade é bem mais complexa. E se por um lado essas fronteiras são necessárias, o seu desaparecimento poderia acelerar o sumiço da nossa diversidade.

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